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IA para previsão de no-show, agendamento e gestão de clínicas

Como engajar e reter participantes em consultas por videoconferência em pesquisas clínicas remotas?

Resposta curta: O artigo aponta que participantes de ensaios com intervenções digitais tendem a se desengajar ou abandonar precocemente mais do que em ensaios presenciais. Para melhorar a retenção, recomenda otimizar o contato por videoconferência, usar sessões de orientação virtuais e adotar estratégias práticas para engajar a equipe e construir vínculo com os participantes.

Resposta

O texto discute os desafios específicos de participar de pesquisas clínicas remotas. De modo amplo, os achados sugerem que participantes inscritos em ensaios de intervenções digitais têm maior probabilidade de se desengajar ou abandonar precocemente do que participantes de ensaios presenciais. Por isso, otimizar o contato com os participantes por meio de plataformas de videoconferência, para construir vínculo e estimular o compromisso com o estudo, é considerado crítico.

Entre os desafios das visitas por videoconferência estão a falta de clareza sobre os requisitos do estudo, a dificuldade em demonstrar engajamento da equipe e construir vínculo, e os desafios técnicos do uso do software de videoconferência. Esses problemas podem afetar a retenção dos participantes, a validade do estudo e a disposição de grupos sub-representados em participar da pesquisa.

No contexto de um ensaio clínico randomizado remoto que avaliava uma intervenção digital para insônia pré-natal, os autores discutem estratégias usadas para contrabalançar esses desafios, incluindo o uso de sessões de orientação virtuais e recomendações práticas para melhorar o engajamento da equipe com os participantes.

Os achados são relevantes para equipes de pesquisa que conduzem ensaios clínicos remotos, especialmente as que buscam recrutar e reter participantes de populações atualmente e historicamente sub-representadas em pesquisa. O resumo não informa o tamanho da amostra nem detalhes quantitativos sobre as taxas de retenção.

O que o estudo mostrou

Trata-se de um viewpoint baseado em um ensaio clínico randomizado remoto que avaliava uma intervenção digital para insônia pré-natal. O resumo não informa o tamanho da amostra. Os achados sugerem que participantes de ensaios de intervenções digitais têm maior probabilidade de se desengajar ou abandonar precocemente do que os de ensaios presenciais. São descritos desafios como falta de clareza sobre os requisitos do estudo, dificuldade em demonstrar engajamento da equipe e construir vínculo, e desafios técnicos do software de videoconferência, com estratégias como sessões de orientação virtuais.

Limitações

O resumo não informa o desenho detalhado, o tamanho da amostra nem dados quantitativos de retenção. Por ser um viewpoint, as recomendações derivam da experiência em um único ensaio remoto sobre insônia pré-natal, e o resumo não permite concluir que as estratégias sejam generalizáveis a outras populações ou contextos clínicos.

Aplicação no consultório

Para a prática e a gestão do consultório, o texto reforça que consultas por videoconferência exigem clareza sobre requisitos, comunicação ativa da equipe e atenção a barreiras técnicas. Planejar sessões de orientação virtuais, definir papéis da equipe e preparar o paciente para o formato remoto podem reduzir desengajamento e faltas, além de favorecer a inclusão de grupos sub-representados no acompanhamento remoto.

Estudo citado

Viewpoint: Challenges and strategies for engaging participants in videoconferencing appointments. Contemporary clinical trials, 2024.
Autores: McClelland B, Ponting C, Levy C, Mah R, Moran P, Sobhani NC, Felder J.
DOI: 10.1016/j.cct.2023.107425 · PubMed: PMID 38147922

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Conteúdo educacional para profissionais de saúde, baseado no resumo do artigo citado. Não substitui a leitura do estudo original nem avaliação clínica.