Quais são as tendências e os hotspots na pesquisa de imagem em retinopatia diabética entre 2000 e 2023?
Resposta curta: A análise bibliométrica mostra que os Estados Unidos lideram em publicações, com a Universidade de Londres como instituição de destaque e Tien Yin Wong como pesquisador mais prolífico. Os hotspots incluem aprendizado profundo e inteligência artificial, indicando crescimento do papel da IA na imagem da retinopatia diabética.
Resposta
Este estudo realizou uma análise bibliométrica de artigos sobre imagem em retinopatia diabética publicados entre 2000 e 2023, utilizando a base Web of Science Core Collection e o software CiteSpace. O objetivo foi avaliar os avanços e as áreas de interesse da área.
Os resultados mostram que os Estados Unidos e a China lideraram em número de publicações, com 719 e 609 artigos, respectivamente. A Universidade de Londres foi a instituição com mais artigos (139), e Tien Yin Wong foi o pesquisador mais prolífico. O periódico Invest. Ophthalmol. Vis. Sci. publicou o maior número de artigos (105).
Palavras-chave com surto de citação incluíram 'deep learning' e 'artificial intelligence', indicando uma ascensão significativa desses temas. Isso sugere que a inteligência artificial tem um papel crescente na imagem da retinopatia diabética.
A conclusão do estudo reforça que os Estados Unidos estão na vanguarda da pesquisa em retinopatia diabética, com a Universidade de Londres como instituição de destaque e Tien Yin Wong como pesquisador mais influente. Os hotspots em aprendizado profundo e inteligência artificial apontam para uma tendência de aplicação dessas tecnologias na área.
Para o médico brasileiro, esses achados oferecem um panorama do que está sendo mais estudado e podem orientar a atualização sobre inovações em imagem e diagnóstico da retinopatia diabética.
O que o estudo mostrou
Trata-se de uma análise bibliométrica de artigos sobre imagem em retinopatia diabética publicados entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de dezembro de 2023, coletados da Web of Science Core Collection e analisados com CiteSpace. Os Estados Unidos lideraram com 719 publicações, seguidos pela China com 609. A Universidade de Londres foi a instituição com mais artigos (139), e Tien Yin Wong foi o pesquisador mais prolífico. O periódico Invest. Ophthalmol. Vis. Sci. publicou 105 artigos. Palavras-chave como 'deep learning' e 'artificial intelligence' apresentaram surto de citação.
Limitações
O resumo não informa o número total de artigos incluídos, os critérios de seleção ou as limitações metodológicas da análise bibliométrica. Também não detalha possíveis vieses de indexação ou cobertura da base de dados. Portanto, os achados devem ser interpretados com cautela.
Aplicação no consultório
O conhecimento dos hotspots em inteligência artificial e aprendizado profundo pode auxiliar o oftalmologista a se preparar para novas ferramentas de imagem e diagnóstico. Na gestão do consultório, isso pode orientar investimentos em tecnologias emergentes e atualização profissional, além de informar sobre centros de pesquisa e periódicos de referência para acompanhar a literatura.
Estudo citado
Trends and hotspots in the field of diabetic retinopathy imaging research from 2000-2023. Frontiers in medicine, 2024.
Autores: Zhang Q, Zhang P, Chen N, Zhu Z, Li W, Wang Q.
DOI: 10.3389/fmed.2024.1481088 · PubMed: PMID 39444814
Perguntas para aprofundar
- Como a inteligência artificial está sendo aplicada na imagem da retinopatia diabética?
- Quais instituições e pesquisadores lideram os estudos sobre imagem em retinopatia diabética?
- Quais são as tendências de publicação em imagem da retinopatia diabética?
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